. Os tais Smurfs vivem em uma vila em que todos são felizes. Eles trabalham cantando e quase não tem problemas. Pois é, quase. Existe o feiticeiro Gargamel, que vive tentando achar a vila para capturar Smurfs e usá-los para criar uma substância mágica, a qual o tornará o maior bruxo do mundo. No meio de um acidente, um grupo de Smurfs acaba parando em Nova Iorque, junto com Gargamel. As criaturas acabam parando nas mãos de um publicitário, que vive trabalhando e acaba se estressando com eles.
. Só lendo a sinopse, já é possível ver o tanto de clichês que Os Smurfs tem. E acredite, mais de um roteirista foi necessário para escrever a história. Contudo, o forte do filme está em conseguir ser divertido. Apesar de começar mal e ser um tanto infantil demais no começo, aborrecendo os adultos, o filme começa a dar reviravoltas lá pela meia hora de projeção, se tornando divertido para crianças e adultos, e ainda consegue trazer mensagens bem bacanas, além de aprofundar seus personagens suficientemente para o filme ganhar sinais de profundidade sem ser piegas.
. O diretor Raja Gosnell, que já teve a experiência em misturar filme com desenho, consegue criar personagens animados simpáticos e carismáticos, principalmente o gato Cruel, que traz as melhores piadas do filme. Obviamente há a ajuda de excelentes efeitos visuais e gráficos. Contudo, entrando para a parte das atuações reais, há uma grande decepção, com atores que não conseguem chegar a altura dos personagens bem aprofundados que interpretam. Felizmente, Hank Azaria é uma exceção, trazendo um excelente Gargamel, que ao mesmo tempo soa maléfico e ao mesmo tempo soa engraçado de tanta estupidez que comete.
. Os Smurfs é um filme divertido e que cumpre seu principal objetivo: apresentar, com louvor, as simpáticas criaturas para as crianças de hoje em dia, conseguindo arrancar risadas e trazer mensagens bem bacanas, que merecem ser refletidas bem mais pelos mais crescidos do que pelas crianças. Vale a pena conferir.
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