. Kyle e Sarah Miller formam um casal aparentemente perfeito. Ele tem um excelente emprego que lhe garante e garante a sua família os melhores dos confortos, como é visível pela casa em que moram. Em um dia, a filha dos dois, Avery, decide fugir de casa para ir à uma festa com as amigas ricas e sem juízo, ao mesmo tempo em que eles são surpreendidos por um grupo de bandidos, que os fazem de reféns, afim de tirar a fortuna que está dentro do cofre de Kyle.
. O grande problema de Reféns não é a história batida. Quantos filmes vemos por aí em que a história não se difere em nada de muitos outros filmes, porém um bom roteiro consegue salvar tudo? Infelizmente, não acaba sendo o caso de Reféns. O filme tem um roteiro pífio, fraco e mal-feito. Os clichês estão presentes à toda hora, não há tensão suficiente para prender o espectador na tela, os personagens são mal construídos e irritantes, como bandidos que soam mais para ridículos do que para assustadores. Nem para os mocinhos o espectador consegue torcer muito. De Nicolas Cage nem se precisa dizer muito; o ator realiza a mesma cara de canastrão que realiza em todos filmes.
. No final, há uma reviravolta que até consegue soar bacana, mas tudo soa sem sal, sem emoção, como todas as outras cenas que ocorrem nos outros 90 minutos de filme. Em resumo, Reféns é aquele típico filme ruim, fraco, que não vale a pena o preço do ingresso. É sem sal, sem emoção, ridículo em algumas cenas e mal-feito em muitas outras. Para quem não exige nada, razoável, para quem exige, se salva em pouquíssimas cenas. Você ganha mais revendo suspenses como O Quarto do Pânico, ou mesmo Por um Fio, suspense também dirigido por Schumacher em que o diretor conseguiu acertar em cheio.
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